Ministério de Comunicação Social
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Acolhida no Grupo de Oração - Passo a passo
 

 


A Equipe de acolhida do Grupo de Oração faze parte do Ministério de Comunicação Social.

Podemos dividir o ato de acolher em cinco partes: Identificação, Recepção, Ato, Empolgação (que se subdivide em oral e escrita) e o Direcionamento. Iremos explicá-las separadamente a seguir:

Identificação:
Consiste em identificar a pessoa que está chegando ao Grupo de Oração. Se for alguém que sempre participa das reuniões, se é um novato ou uma pessoa que está há muitas semanas sem comparecer às reuniões. É difícil realizarmos uma boa acolhida se não identificamos a pessoa que estamos acolhendo. Com esta etapa bem feita poderemos passar para as próximas etapas com mais segurança e habilidade.

Recepção:
O primeiro gesto de acolher é mostrar para a pessoa que chega um sinal de alegria por ela estar ali. E para isso, nada melhor que um sorriso. Esta é a recepção. Quando a pessoa está se aproximando da porta e recebe um sorriso aberto e acolhedor todo o restante do processo de acolhida será realizado com maior facilidade. A recepção (ou sorriso) deve ser dada a qualquer pessoa que chega, independente se é conhecida ou não.

Ato:
Agora chegamos ao ápice da acolhida. O ato de acolher propriamente dito consiste num caloroso abraço à pessoa que chega. Muitas vezes, um simples abraço é o suficiente para que uma pessoa possa sair do “fundo do poço”. Talvez um abraço com amor seja o que uma pessoa procurou durante muito tempo e não encontrou. No caso do filho pródigo, talvez ele tenha procurado fora de casa o abraço que seu pai o deu quando ele chegou. Este é o seu papel. Pense nisso e seu abraço será muito diferente.

Empolgação:
Pode ser escrita ou oral
Escrita: é representada pelas lembrancinhas e cartõezinhos, eles podem ser entregues no momento que a pessoa chega ao Grupo de Oração ou no momento da saída, dependendo do sentido que irão ter.
Oral: é representada pelas famosas frases prontas que geralmente “despejamos” na pessoa que chega ao Grupo. Devemos ser originais, procurando falar coisas espontâneas, que irão manifestar nosso acolhimento à pessoa que chega. Variar o que fala e falar com o coração é algo bem interessante para ser feito.

Direcionamento:
O direcionamento é o momento em que o ministro irá encaminhar a pessoa para um lugar da vontade dela ou apenas desejar um bom encontro. Não devemos abraçar e "soltar" a pessoa no Grupo. Devemos colocá-la em sintonia com o ambiente e com as outras pessoas que participam.

A acolhida não pára na porta.
O ministro de acolhida não termina seu trabalho depois que já acolheu a todos. O trabalho está apenas começando. Você é um dos responsáveis para que as pessoas que vão ao Grupo de Oração continuem participando dele.
É interessante fazer um cadastro de todas as pessoas que são fiéis ao Grupo com endereço, telefone, data de nascimento, etc. Isso facilita o contato com a pessoa e pode ajudar no caso de um “sumiço”.
Esteja sempre atento. Quando você sentir a ausência de alguém é bom mandar uma mensagem ou telefonar para mostrar que o grupo sente falta da pessoa. É também aconselhável enviar cartões no aniversário dos participantes, mostrando que o Grupo de Oração também se lembrou deles.

Algo que funciona muito bem é organizar um calendário de aniversariantes do mês para o envio de cartões de aniversário e até para o mural de avisos.
Algumas datas não podem ser esquecidas, como dia das mães, dia dos pais, dia das crianças, dia do padre, que devem ser lembradas pelo ministro de acolhida para que o Grupo de Oração se faça presente junto a essas pessoas.
Tenha sempre um acervo de cartões, mensagens, desenhos, para estar sempre renovando as lembranças que serão oferecidas. Procure criar coisas novas, diferentes e originais, retratando a imagem e o carisma do seu grupo. Lembre-se que quem manda as mensagens é o Grupo de Oração e não você.

Fonte: Ministério de Comunicação Social - RCC Brasil

 
   
 

 

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